segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Gente estranha, roupa estranha

Postado por Aline Brito às 00:16 2 comentários
Eu sei que cada tem seu gosto. Mas vamos combinar, tem gente que exagera na liberdade e sai na rua com cada roupa.







Tudo bem que aqui são exemplos de passarela, mas... Gente, como é que um rapaz que se preze vai usar uma roupa dessas?
E a moça de goiaba, a roupa ainda vai, mas quando chegou na cabeça...
A de cinza eu não entendi o que é aquilo na cara dela.
A última eu usaria, também eu sou meio estranha mesmo...

Madona tá pensando o que? Não é porque é pop star que vai se vestir desse jeito por aí... Não sei se mango da bota, do vestido ou do enfeite do cabelo. Aff! Como diz um amigo meu: isso é uma falta de absurdo! kkkk

Essa roupa de Rihanna não sei nem que nome tem.

Gente, esse cara tava na rua andando numa boa desse jeito.

Um short como outro qualquer.

É. Acho que a calça ficou um pouco apertada.

É. Acho que a blusa ficou um pouco apertada...


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Propagandas vetadas

Postado por Aline Brito às 10:07 3 comentários




quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ruídos de Paixão

Postado por Aline Brito às 00:30 3 comentários
Não! Esse não é o título de uma novela do SBT... É mais uma das minhas histórias.
No meu ambiente de trabalho diurno, uma editora universitária, as pessoas costumam tratar umas às outras de maneira bastante formal: senhor, senhora, professor, professora, doutor, doutora etc. Eu não faço muita questão desses títulos, mas já me acostumei com a forma como me tratam por aqui.
Nessa semana, aconteceu algo inusitado: ligou alguém para a editora e eu, como costumo fazer, atendi assim: "Editora, Aline, bom dia". O homem que tinha ligado respondeu: "Bom dia, Aline, paixão, sua chefe está aí?" É claro que eu estranhei, como é que liga um cara pra meu respeitável setor me chamando assim de paixão? Nem sabia quem era, mas claro que o mais prudente era esperar pra ver se não era gente conhecida, alguma brincadeira, ou coisa do gênero. Ele seguiu explicando o que queria e, enfim, a idiota aqui se tocou: quem estava ligando era um professor super-educado chamado Paixão, quer dizer, o sobrenome dele é que é Paixão, e é assim que ele é chamado por todos por aqui: (ele quis dizer "quem fala é Paixão, eu sou Paixão, aqui é paixão... enfim, 'Bom dia, Aline, Paixão...'").
Como eu estou, aos poucos, aprendendo que em boca fechada não entra mosquito, por um milagre fiquei calada e descobri, a tempo de não pagar mico, o ruído, a falha na comunicação. Hihihi. Minha cara isso! No fundo eu já tava "me achando" porque me chamaram de paixão, mas é melhor ouvir isso que ser surda, né?

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Trabalho de Pedro Bó

Postado por Aline Brito às 23:30 3 comentários
Uma amiga minha costumava subir de Itabuna (sul da Bahia) a Salvador sempre pelo Ferry Boat. Certa feita, resolveu ir pela BR 101 até lá, apesar de não ser acostumada. Como estava com mais 2 amigas, foram conversando e o tempo foi passando mais tranquilamente. O problema é que, de tão tranquilamente que as coisas estavam indo, em determinado momento minha amiga começou a estranhar a demora para aparecerem as placas sinalizando a proximidade de Salvador. De repente, quando já estava tudo meio estranho pela demora, aparece uma placa: Bem vindos a Sergipe! Vocês acreditam nisso? Pois acreditem, elas passaram simplesmente 200 quilômetros da entrada para Salvador!!!!!! Ida e volta, vejam, são 400 quilômetros de tempo perdido, gasosa, paciência... Mas ela conta tudo com bom humor, uma amiga coloca a culpa na outra por não terem observado as placas, a entrada para a cidade destino... E fica essa história como mais uma das aventuras da minha turma. Eu não estava lá, mas jurei que ia colocar no Blog esse mico fantástico.

E-mails melosos

Postado por Aline Brito às 00:01 2 comentários
Eu não sou muito chegada a e-mails melosos. Mandam pra até ameaças, dizendo que se não mandar de volta, nunca mais manda nada. Ahhhhhhh, é um favor que você me faz, amigo ou amiga, se não mandar mais nada desse tipo mesmo. Tem gente que gosta, mas eu, sinceramente, não tenho a mínima paciência pra ler aquilo tudo.  E não é que tem alguém que pensou como eu! Vejam que bem-humorada essa versão das mensagens dramaticamente construídas e que até avisam: "essa é pra chorar". E quem disse que eu quero chorar?:


Você, que está cansado de todos aqueles e-mails melosos, com  poemas chatos sobre amizade que quase sempre são  mentira, e que nunca, realmente, chegam perto da realidade...  


Aqui está um texto sobre amigos que realmente expressam a amizade verdadeira.   

     

AMIGO...  


Quando você estiver triste...   

Eu vou te ajudar a planejar uma vingança contra o f
.d.p. que te deixou assim.  

Quando você me olhar com desespero...   

Eu vou enfiar o dedo na sua goela e te fazer por pra fora o que estiver te engasgando.   

Quando você sorrir...   

Eu vou saber que você deu uns pega em alguém ou em alguma coisa.   

Quando você estiver confuso....  
   
Eu vou explicar pra você com palavras bem simples porque eu sei o quanto você é burro.   

Quando você estiver doente...  

Fique bem longe de mim até se curar. Eu não quero pegar o que quer que você tenha.   

Quando você cair...
Eu vou apontar pra você e me pocar de rir.  
 
Você me pergunta, 'Por quê?'


Porque você é meu amigo!!!  
              






Observação final:

Um amigo de verdade não é aquele que separa uma briga sua e sim aquele que chega dando voadora.   



Gente!!! Não faz isso em casa, viu? A parte da voadora é só brincadeira - hihihi.





sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Carrossel

Postado por Aline Brito às 00:51 3 comentários

De vez em quando eu amanheço o dia por aí... Numa aventura dessas, eu e meus amigos resolvemos dar uma esticadinha, já no limite e, já na intenção de finalmente ir pra casa, passamos pelo Parque de Diversão. Sabe como é cidade pequena, né? Tem parque, maçã do amor, gari limpando a praça, pais de família levando o passarinho na gaiola pra tomar sol, e gente doida na rua!
Pois é, fomos pra casa cedo nesse dia, ou seja, de manhã cedo, quando todos os normais já tinham ido embora pra dormir, mas acha de aparecer na nossa frente um irresistível Carrossel. Imaginem, aquele brinquedo com cheiro de infância... Eu sou uma meninona mesmo!
Não resistimos: invadimos o parque o "criançamos" brincando no carrossel. Tudo corria bem, como vocês podem ver na cara de "tá tudo tranqüilo" da foto aí em cima, quando, de repente, do nada, aparece o vigia do parque e expulsa todo mundo. Poxa, nem deu tempo de a gente brincar no pula-pula... Que chato!
Com a cara lisa de sempre, fomos pra casa e, chegando lá, um tio (um daqueles citados acima que saem pra levar o passarinho pra passear) comentava: "Rapaz, saí cedo de casa pra vir aqui e você acredita que ainda restavam alguns bêbados na praça?"
Né fácil não... Até hoje não confessei pra ele que eu estava entre os invasores matinais alcoolizados de parque infantil...
Vexame!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Mistérios da LP

Postado por Aline Brito às 09:31 1 comentários


Por que a gente calça a bota e bota a calça?
Por que tudo junto se escreve separado e separado se escreve tudo junto?
Por que não é aquário que tem água e piscina que tem peixe?
Por que a palavra grande é menor que a pequena?
Por que a laranja verde é verde e a laranja madura é laranja?
 

Tinha de ser ela... Por Aline Brito | TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © 2010 | Engenharia e Design de Marlos Ross