Este texto foi enviado por Monique Ribeiro.
1. Não importa o quão tarde é a sua primeira aula, você vai dormir durante ela;
2. Você vai mudar completamente e nem vai notar;
3. Você pode amar várias pessoas de maneiras diferentes;
4. Alunos de faculdade também jogam aviões de papel durante as aulas;
5. Se você assistir às aulas calçado, todo mundo vai perguntar por que você foi tão chique para a faculdade;
6. Cada relógio no prédio mostra um horário diferente;
7. Se você era inteligente no colegial... azar o seu!
8. Não importa tudo o que você prometeu quando passou no vestibular, você vai às festas da faculdade, mesmo que sejam na noite anterior à prova final;
9. Você pode saber toda a matéria e ir mal na prova;
10. Você pode saber nada da matéria e tirar dez na prova;
11. A sua casa é um ótimo lugar para se visitar;
12. A maior parte da educação é adquirida fora das aulas;
13. Se você nunca bebeu, vai beber;
14. Se você nunca fumou, vai fumar;
15. Se você nunca transou, vai transar;
16. Se você não fizer nada disto durante a faculdade, não fará nunca mais na vida, a não ser que você faça uma nova faculdade;
17. Você vai se tornar uma daquelas pessoas que seus pais falaram para você não se meter com elas;
18.Psicologia é, na verdade, biologia;
19. Biologia é, na verdade química.
20. Química é, na verdade física;
21. Física é na verdade matemática;
22. Ou seja, que mesmo depois de estudar anos, você não vai saber nada;
23. Que sentir, depressão, solidão e tristeza, não são frescuras de quem não tem o que fazer;
24. Que você sempre vai prometer que no próximo bimestre você vai estudar mais, festiar menos, mas sempre acontecerá o contrário;
25. As únicas coisas que compensam na faculdade são os amigos que você fará lá;
26. Não verá a hora de terminar a faculdade;
27. E quando terminar, perceberá que foi a melhor época de toda a sua vida.
QUANDO A FACULDADE TERMINA OS SINAIS DE QUE VOCÊ NÃO ESTÁ MAIS NA FACULDADE
ACONTECEM QUANDO:
1. Fazer sexo em cama de solteiro é um absurdo;
2. Há mais comida do que cerveja na sua geladeira;
3. 6:00 h da manhã é quando você acorda, e não quando vai dormir;
4. Você escuta a sua música preferida num elevador;
5. Você carrega um guarda- chuva e dá a maior importância para a previsão do tempo;
6. Seus amigos se casam e se divorciam ao invés de ficarem e terminarem;
7. Suas férias caem de 130 para 15 dias por ano;
8. Calça jeans e camiseta não são mais consideradas vestimenta;
9. É você que chama a polícia porque a mulecada do vizinho não sabe como abaixar o som;
10. Você não sabe mais que horas os auto-lanches fecham;
11. Dormir no sofá te dá uma puta dor nas costas;
12. Você não tira mais aquele cochilo do meio-dia as 6 da tarde durante a semana;
13. Você vai farmácia comprar um remédio para a dor de cabeça e antiácidos ao invés de camisinhas e testes de gravidez;
14. Você come as comidas do café da manhã na hora do café da manhã;
15. Em mais de 90% do tempo em que você passa em frente a um computador você está trabalhando de verdade;
16. Você não bebe mais sozinho em casa antes de sair para economizar dinheiro antes da noitada;
17. E o mais importante...
Você não tem tempo nem sequer de ler este texto e aproveitar para passá-lo para seus velhos amigos, para que eles lembrem que também estão velhos e os bons tempos da faculdade PASSARAM DEPRESSA DEMAIS!!!!
quarta-feira, 16 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Sabe como cachorro baiano se coça?
Leila vai retar com esse post, mas eu achei muuuito engraçado. kkkkk
Desculpa, viu, Leila chuchu defensora da baianidade, mas não resisti. rsrsrrs
domingo, 13 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
O Carnaval de Salvador e as 4 malas
Vou contar um momento ímpar por que passei nesse carnaval. Não estava fugindo, nem fingindo, mas minha bagagem (mala, colchão, necessaire...) participou da festa.
A conta é assim: eu e minha amicíssima Alane, cada uma com sua mala, formamos 4 malas. Eu sempre me identifiquei como uma chata, quem conhece meu perfil aqui do blog já sabe. Alane o povo diz que é legal, que é um anjo, mas é mentira, é que esse povo não sabe que ela é chata também. Então a conta das malas é essa.
Um detalhe importante: após uma mudança de localização/hospedagem, que tem a ver com nossa chatice, eu e minha amiga precisamos atravessar a Avenida Sete, em pleno Carnaval de Salvador, carregando nossa bagagem. Isso mesmo, atravessamos, com mala e tudo, com trio elétrico a pleno vapor, com o povo na rua, com a festa rolando, uma das principais avenidas do maior carnaval do mundo. O interessante disso tudo foi que ouvimos todo tipo de comentário, tais como:
Esses pobres! Isso é dia de chegar pro carnaval?
Ei, menina, você tá chegando só hoje é?
Oi, tudo bem? Por que você está com essa mala? (Eu respondi: É que estou fantasiada de viajante). Ele: Você tá é me enganando... (rsrsrsr que fofo).
Só sei que a mudança valeu a pena, e hoje faz parte da minha história nesse carnaval. O carnaval foi 10, as malas foram e voltaram intactas (as de rodinha e as de perninha - rsrsrs).
Agora estou aqui com saudade de lá e espero que chegue logo o dia de voltar pra esse lugar maravilhoso.
A conta é assim: eu e minha amicíssima Alane, cada uma com sua mala, formamos 4 malas. Eu sempre me identifiquei como uma chata, quem conhece meu perfil aqui do blog já sabe. Alane o povo diz que é legal, que é um anjo, mas é mentira, é que esse povo não sabe que ela é chata também. Então a conta das malas é essa.
Um detalhe importante: após uma mudança de localização/hospedagem, que tem a ver com nossa chatice, eu e minha amiga precisamos atravessar a Avenida Sete, em pleno Carnaval de Salvador, carregando nossa bagagem. Isso mesmo, atravessamos, com mala e tudo, com trio elétrico a pleno vapor, com o povo na rua, com a festa rolando, uma das principais avenidas do maior carnaval do mundo. O interessante disso tudo foi que ouvimos todo tipo de comentário, tais como:
Esses pobres! Isso é dia de chegar pro carnaval?
Ei, menina, você tá chegando só hoje é?
Oi, tudo bem? Por que você está com essa mala? (Eu respondi: É que estou fantasiada de viajante). Ele: Você tá é me enganando... (rsrsrsr que fofo).
Só sei que a mudança valeu a pena, e hoje faz parte da minha história nesse carnaval. O carnaval foi 10, as malas foram e voltaram intactas (as de rodinha e as de perninha - rsrsrs).
Agora estou aqui com saudade de lá e espero que chegue logo o dia de voltar pra esse lugar maravilhoso.
sexta-feira, 4 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
O jogo do Sued e o Mico
Há muuuuuitos anos, apareceu um amigo meu com um jogo no computador, chamado Sued (notem que essa palavra é Deus ao contrário). O jogo consistia em você fazer perguntas a Sued (um ser demoníaco, rodeado de fogo, que aparecia na tela), esse meu amigo digitava a pergunta, e a resposta do tal Sued aparecia na tela.
As respostas de Sued eram por vezes corretas (Exemplo: Eu: "Qual o meu signo?" Ele: "Áries"); outras vezes, a resposta era sempre ofensiva (Exemplo: Eu: "O que eu comi hoje no café da manhã?" Ele: "Só um idiota como você mesmo para fazer uma pergunta dessas!").
Só que eu, sempre ligada à ortografia, comecei a notar que o tal Sued cometia vários deslizes gramaticais. Aí, com meu bocão, comecei a dizer: "Mas esse Sued é muito burro. Olha como ele escreve? Tudo errado. Eu nem vou brincar mais. Manda esse Sued aprender a escrever antes de aparecer!" (Vejam que eu estava totalmente envolvida com a brincadeira, até discutindo com o tal ente computadorizado).
Por fim, para minha surpresa, comecei a adquirir mais experiência no jogo, e descobri que quem digitava as respostas corretas era o meu amigo, o que trouxe o jogo (o mesmos que eu acabara de dizer que era burro porque não sabia escrever). Ele usava um recurso pra digitar as respostas sem que víessemos, e, quando não sabia responder (como no caso do café), apertava a tecla da resposta aleatória, que era sempre uma ofensa gravada no programa). Foi um verdadeiro vexame.
Esse amigo nunca reclamou da situação, eu é que fiquei com a "cara no chão". Tanto que até hoje me lembro da história. E ficou a lição de que devo ter mais cuidado com o que falo, afinal, Sued não existe, mas amigos que escrevem errado, sim! kkkkk
As respostas de Sued eram por vezes corretas (Exemplo: Eu: "Qual o meu signo?" Ele: "Áries"); outras vezes, a resposta era sempre ofensiva (Exemplo: Eu: "O que eu comi hoje no café da manhã?" Ele: "Só um idiota como você mesmo para fazer uma pergunta dessas!").
Só que eu, sempre ligada à ortografia, comecei a notar que o tal Sued cometia vários deslizes gramaticais. Aí, com meu bocão, comecei a dizer: "Mas esse Sued é muito burro. Olha como ele escreve? Tudo errado. Eu nem vou brincar mais. Manda esse Sued aprender a escrever antes de aparecer!" (Vejam que eu estava totalmente envolvida com a brincadeira, até discutindo com o tal ente computadorizado).
Por fim, para minha surpresa, comecei a adquirir mais experiência no jogo, e descobri que quem digitava as respostas corretas era o meu amigo, o que trouxe o jogo (o mesmos que eu acabara de dizer que era burro porque não sabia escrever). Ele usava um recurso pra digitar as respostas sem que víessemos, e, quando não sabia responder (como no caso do café), apertava a tecla da resposta aleatória, que era sempre uma ofensa gravada no programa). Foi um verdadeiro vexame.
Esse amigo nunca reclamou da situação, eu é que fiquei com a "cara no chão". Tanto que até hoje me lembro da história. E ficou a lição de que devo ter mais cuidado com o que falo, afinal, Sued não existe, mas amigos que escrevem errado, sim! kkkkk
terça-feira, 1 de março de 2011
Se um cachorro fosse professor
Eu nem gosto de cachorro, nem de outros bichos, mas achei interessante essa comparação... Encontrei no Facebook, no mural da amiga da amiga Carol do Valle.
Vale ressaltar que o texto é muito meigo e muito sério pra aparecer aqui no meu blog. E minha reputação de bem humorada, onde fica? Mas acho que, no fim das contas, vale a crônica e valem os sorrisos que muitos de vocês vão produzir ao ler...
Vale ressaltar que o texto é muito meigo e muito sério pra aparecer aqui no meu blog. E minha reputação de bem humorada, onde fica? Mas acho que, no fim das contas, vale a crônica e valem os sorrisos que muitos de vocês vão produzir ao ler...
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