quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Você tem medo de quê?

Postado por Aline Brito às 23:40 4 comentários

Eu não tenho medo de altura (até gosto), não tenho medo de escuro, não tenho medo de cemitério (muito pelo contrário, sempre que posso, visito; são lindos, são obras de arte).  Mas, o que parece muito estranho, eu tenho medo de bola de soprar. Isso mesmo, bexiga, aquela bola bonitinha, inocente de festinha de criança. Não fico perto daquilo. Soprar algumas pra ajudar na arrumação da festa? Nunca! Meus parentes e amigos já sabem e aproveitam pra me pirraçar. Até já bolaram uma filmagem, uma pegadinha, de alguém estourando aquelas malditas bolas perto de mim. Imaginem o escândalo que eu fiz, os gritos... Mais uma das minhas maluquices. E não é que eu descobri que isso é uma fobia com nome chique e tudo: é a globofobia. 
Aí aproveitei para iniciar as minhas famosas pesquisas googlelógicas, sobre esses medos estranhos como o meu:   
Coulrofobia – Medo de palhaços (isso seria uma contradição na minha vida); 
Algodãofobia – Medo de bolas de algodão (besta, as minhas bexigas pelo menos estouram); 
Itifalofobia – Medo de ereções (prefiro não comentar); 
Neofobia – Medo de coisas novas (inclui tecnofobia, pois eu amooooooo novas tecnologias!); 
Pteronofobia – Medo de cócegas com penas (trauma de infância?); 
Efebofobia – Medo de adolescentes (bem que eu poderia ter essa fobia, por trauma, de ter dado aula a esses seres "diferentes"); 
Gimnofobia - Medo da nudez (lembrei de Copélia, do "Toma lá, dá cá"). 
E você, tem medo de quê? Posta aí pra gente, vai, não tenha medo de contar, ou você tem blogfobia?!?

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Me apaixono fácil

Postado por Aline Brito às 22:03 5 comentários
Um dia me vi andando por aí, sozinha, sem lenço, sem documento, sem direção. Resolvi ligar para um amigo para pedir uma opinião sobre "ele".
Esse amigo fez os melhores elogios, disse que o tal pretendente era legal, bom em economia, pequeno, mas forte e bonito. Aí eu não agüentei: "Bonito? Você já está apelando. Ele é muito feio que eu sei, parece mais um sapo. Não vou gostar".
Então meu amigo disse: "Não julgue sem conhecer. Vem cá no meu trabalho, aproveita que ele tá aqui".
Eu fui. Chegando lá, olhando mais de perto, não é que achei bonitinho... Queimei a língua.
Enfim, quando me aproximei, percebi que ele combinava muito comigo. Saí com ele, aí me apaixonei.
Ele me leva a lugares ótimos, me ajuda muito, me dá segurança. Hoje estamos juntos pro que der e vier: eu e meu Ford Ka. (Ué, vocês estavam pensando em que?- hehe).

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O dia em que eu persegui Jorge Vercilo

Postado por Aline Brito às 23:33 5 comentários
Era uma vez um grupo de amigas que saiu de Itabuna pra assistir ao show de Jorge Vercilo em Ilhéus. Umas moças metidas a intelectuais, cult, educadas, bem vestidas, comedidas... (eu e minhas amigas - hihi).
O show foi legal e depois fomos ao posto de gasolina abastecer o sapinho. De repente, por ironia do destino, a mais desatenta do grupo olhou pro lado e viu uma van branca e gritou: "Gente, naquela Van, é a banda de Jorge Vercilo!!!". Nossa, que bando de tontas! Começamos a gritar, o frentista não entendia o que estava acontecendo. Ninguém tomada uma atitude, ninguém saía do carro, todo mundo esqueceu o jeito cult de ser. Demos uma de fãs histéricas.
Ele estava realmente lá, Jorge, todo sorridente, mas a Van saiu e nós ficamos, desesperadas, esperando o troco! Aff.
Mas uma idéia "perfeita" veio à nossa mente: "Vamos seguir o carro deles!". Aí saio eu dirigindo loucamente pela cidade, seguindo qualquer coisa que parecesse com uma Van branca.
E encontramos a tal Van, apesar da desvantagem na corrida! E a Van foi longe, e nós ali, numa ansiedade, porque íamos conhecer pessoalmente a celebridade e sua banda. Finalmente a van parou, e nosso carro parou atrás, espertamente, pra que a van não pudesse fugir das fãs descontroladas. Então sai da Van um rapaz todo assustado, sozinho, que até hoje não sabe de que hospício saíram aquelas loucas que estavam seguindo seu carro.
Quem perdeu foi Jorge, de conhecer as figuras que estavam ali, que foi com sua van pra um lugar protegido contra meninas desvairadas - kkk.

domingo, 27 de setembro de 2009

Cara de um, focinho de outro

Postado por Aline Brito às 23:20 1 comentários
Minha tia estava fazendo uma pesquisa informal sobre essas expressões, as corruptelas, muito usadas em nosso cotidiado, mas que sofreram mutações bastante interessantes.
Quando uma pessoa é muito parecida com outra, costuma-se dizer que é "cara de um, focinho de outro". Na verdade, a expressão é "cara de um, feição de outro". Assim como esta, outras mudanças caíram na boca do povo.
Cuspido e escarrado: esculpido em carrara, um tipo de mármore usado em esculturas.
Defensor dos frascos e comprimidos: é defensor dos fracos e oprimidos (ainda tem gente que diz " frascos de comprimidos").
Quem tem boca vai a Roma: é Quem tem boca vaia Roma, uma forma de mostrar descontentamento com o governo romano.
Dois sentidos não assam milho: dois sentidos não se assimilam.
Quem não tem cão caça com gato: Quem não tem cão caça como o gato (ou seja, sozinho).
Batatinha quando nasce se esparrama pelo chão: Batatinha quando nasce espalha a rama pelo chão.
Agora aproveita e acrescenta uma corruptela aí nos comentários.
Inté!

Adoro progagandas criativas

Postado por Aline Brito às 01:27 3 comentários
Isso já foi assunto de minhas aulas...
Fico toda satisfeita quando vejo uma propaganda diferente, criativa, inusitada.
Vejamos algumas:
Os elevadores facilitam nossa vida, mas contribuem para uma vida sedentária. Uma escada de vez em quando (e usar Becel, uma margarina saudável) de vez em quando não faz mal a ninguém.
 
Os Simpsons sempre me chamaram a atenção. Mas, se eu usar esse creme anti-frizz, quem vai chamar a atenção sou eu!

Adoro essa, até emociona. Não é muito comum mandar cartas, mas, se receber uma, vou me sentir assim:

Essa tem seu lugar ao sol:

Amo quando brincam com as palavras!


Que zoom poderoso!
Photobucket - Video and Image Hosting

Usar a ilusão de ótica foi 10! Parabéns à agência da Duracell:

Calma, você não está bêbado.

sábado, 26 de setembro de 2009

Eu tenho um amigo chamado Leribi

Postado por Aline Brito às 00:20 1 comentários
Sabe aquela música dos Beatles, Let it be? (http://www.youtube.com/watch?v=kEogJacjLTE&feature=related) Então, a mãe do meu amigo gostava muito dessa melodia, e resolveu colocar o que ouviu no nome do filho. Assim, saiu: Let it be = Leribi. E ele ainda fica todo orgulhoso com o nome. Certa vez, numa festa de encerramento de congresso, ele correu até o palco e mostrou aos músicos da banda que tocava Beatles a própria identidade, pra provar que se chamava Leribi. Que figura!
E o jogador de futebol Odivan, conhecem? O nome dele é por causa da música "O Divã", de Roberto Carlos.
Parece que no momento da concepção, os pais são tomados por uma inspiração "diferenciada" e saem a inventar moda, querendo colocar o nomes mais interessantes da humanidade.
Minha mãe querida, por exemplo, tinha vontade de ter um parto indígena, conseqüentemente, iria colocar nomes indígenas nos filhos. Assim, o menino seria Ubirajara (até bonitinho), e a menina (no caso, "eu") seria Nara Juquira! (Gente, como é que eu ia fazer com esse nome!). O tempo foi passando e ela desistiu da idéia (ainda bem). Eu nasci e, como vim ao mundo na Semana Santa, uma vizinha sugeriu que me colocassem o nome de Maria da Paixão (paixão significa sofrimento em latim; longe de mim!). Dei sorte e a família toda se envolveu na empreitada e resolveu colocar um nome mais comum (muito comum, por sinal, manjadíssimo).
Hoje fico observando os nomes dos meus alunos, muitos deles estranhos, mas não tenho autoridade pra "mangar", tendo um histórico desses, correndo o risco que corri. Meu nome significa "de linhagem nobre", e eu, toda besta, vou propagando meu lindo nome por aí.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Essas mulheres...

Postado por Aline Brito às 09:23 4 comentários
O comportamento feminino realmente merece um post só pra ele. Dizem que é difícil entender a mulheres, tem gente que sonha em ter o poder de decifrar seus códigos secretos, seus silêncios, seus "Deixa pra lá...".
Algumas mulheres conquistaram um lugar na história: Ana Neri e seu trabalho na área da enfermagem; Anita Garibaldi, com sua força e coragem; Florbela Espanca (até o nome é especial), e sua produção poética ímpar, além das atitudes à frente de seu tempo...  
A desigualdade salarial, a ocupação de determinados cargos públicos e a colocação no mercado de trabalho preocupam. Mas sabemos que algumas mulheres já trabalham em profissões tradicionalmente masculinas, como na construção civil. 
E no trânsito: é uma guerra! As que sabem dirigir pagam pelas que não sabem (mesmo que a proporção seja igual à dos homens). 
Mas esse texto não é uma defesa à diferença, mas uma "observação" a alguns elementos que me chamam a atenção. 
Direitos e deveres iguais? Não conseguiria trocar o pneu do carro sozinha.
Ser gentil? Quase sempre confundem com outra coisa, a ponto de existir no Orkut a comunidade: "Sou legal, não tô te dando mole".
Tem mulher que se destaca pela ousadia e pelo inusitado do que escolhem fazer: 
Coleta fecal
Essa aí é técnica de coletagem fecal de animais de grande porte (além de nojento, é perigoso).
Nas propagandas de cerveja, parece que só homem é consumidor, pois nunca vi um comercial com o "Bar do Bom", como um artista lindo servindo e as mulheres, felizes, bebendo.
Confesso que não tenho muita afinidade com as temáticas ditas femininas, encontradas quase sempre em programas de TV e revistas direcionadas a esse público. Costumo brincar: "Não sei cozinhar, mas sei tocar piano!". Outro dia perguntaram se eu sabia bordar e eu: "Qual é, rapá, tá me estranhando?" Mas todo mundo deve estranhar um homem babá e uma mulher encanadora".
No final das contas, acho que os homens são difíceis de lidar, de entender, mas acho que as mulheres são mais difíceis ainda, virando até motivo de piada. Vejam:
Um homem caminhava pela praia e tropeçou numa velha lâmpada.Esfregou-a, um gênio saltou lá de dentro e disse:
 - Ok, você libertou-me da lâmpada, bla, bla, bla; esqueça aquela história dos três desejos, você tem direito a um desejo apenas. Diga o que quer.

O homem pensou por um instante, depois disse:
- Eu sempre quis ir ao Arquipélago de Fernando de Noronha, mas tenho medo de voar. De navio, costumo ficar enjoado.
Você poderia construir uma ponte até Fernando de Noronha para que eu pudesse ir de carro? 
O Gênio riu:
- Impossível; pense na logística do assunto.São ilhas oceânicas afastadas da costa. Como é que as colunas de sustentação poderiam chegar ao fundo do Atlântico?? Pense em quanto concreto armado, quanto aço, mão-de-obra... Não, de maneira alguma! A ponte não pode ser! Pense em uma coisa mais razoável.
O homem compreendeu e tentou pensar num desejo realmente bom.  Finalmente disse:
- Sabe, eu fui casado quatro vezes e quatro vezes me separei. Minhas esposas sempre disseram que eu não me importava com elas e que sou um insensível. Então meu desejo é poder compreender as mulheres:saber como elas se sentem por dentro, o que elas estão pensando quando não falam com a gente, saber porque é que estão chorando, saber o que elas realmente querem quando não dizem nada, saber como fazê-las realmente Felizes!
O Gênio respondeu:
- Quer a tal ponte com duas ou com quatro pistas?
E assim vamos seguindo a vida, de salto alto e batom (hihi)!
 

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