quinta-feira, 30 de junho de 2011

Mate sua Saudade de Seu Lunga

Postado por Aline Brito às 15:15 0 comentários
O mau humor nasceu com Seu Lunga

Seu Lunga



Joaquim Rodrigues dos Santos (Caririaçu, 18 de agosto de 1927), mais conhecido como Seu Lunga, é um comerciante

que se tornou conhecido no Brasil por seu temperamento forte.



Teve sete irmãos e viveu sua infância "no meio dos matos", afastado da cidade. O apelido lhe acompanha desde

esta época, quando uma vizinha de sua família, que ele só identifica como preta velha, começou a lhe chamar de

Calunga, que virou Lunga e pegou. Começou a trabalhar na roça aos oito anos de idade, e admira a criação rígida

que teve de seu pai, o que marca um aspecto psicossocial do homem Lunga.



Aos 16 anos mudou-se para Juazeiro do Norte, passando a ser ourives por dois anos. Depois começou a

comercializar no Mercado Público da cidade e a trabalhar no comércio com sua loja de sucata.



Casado em 1951, teve treze filhos, que, apesar da pouca instrução, conseguiu manter-lhes pelo menos com a

educação básica. A pouca instrução de "Lunga", por outro lado, não o impediu de candidatar-se a vereador da

cidade de Juazeiro em 1988, eleição que não ganhou.





Alguns de seus "causos" (não sei quais são apócrifos ou não):



Seu Lunga estava na sua casa com sede. E manda seu sobrinho lhe trazer um pouco de leite. Daí o pobre do garoto

pergunta:

- No copo, Seu Lunga?

E seu Lunga responde:

- Não. Bota no chão vem empurrando com o rodo, fi de rapariga!!!





O funcionário do banco veio avisar:

- Seu Lunga, a promissória venceu.

- Meu filho, pra mim podia ter perdido ou empatado. Não torço por nenhuma promissória.





Seu Lunga entrando em uma agropecuária.

-Tem veneno pra rato?

-Tem! Vai levar? - Pergunta o balconista.

-Não, vou trazer os ratos pra comer aqui!!! - responde seu Lunga.



Seu Lunga, no elevador (no subsolo-garagem). Alguém pergunta:

- Sobe?

Seu Lunga:

- Não, esse elevador anda de lado.





Seu Lunga vai saindo da farmácia, quando alguém pergunta:

- Tá doente, Seu Lunga?

- Quer dizer que seu fosse saindo do cemitério, eu tava morto???





Seu Lunga dava uma bela surra no filho e o menino gritava:

- Tá bom, pai! Tá bom, pai! Tá bom, pai!

- Tá bom? Quando tiver ruim, você me avisa, que eu paro.



O amigo de seu Lunga o cumprimenta:

- Olá, seu Lunga! Tá sumido! Por onde tem andado?

- Pelo chão, não aprendi a voar ainda...





Na década de 70, Seu Lunga chega num bar e fala pro atendente:

- Traz uma cerveja e bota o disco de Luiz Gonzaga pra eu ouvir!

- Desculpe seu Lunga, não posso botar música hoje...

- Mas por que??

- Meu avô morreu!

- E ele levou os discos, foi?



Durante a madrugada, a mulher do seu Lunga passa mal:

- Lunga! Ta me dando uma coisa...

- Receba!

- Mas é uma coisa ruim!

- Então devolva!!



O telefone toca. Seu Lunga:

- Alô!

- Bom dia! Mas quem está falando?

- Você!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Ditados populares na Era Digital

Postado por Aline Brito às 02:01 0 comentários
1. A pressa é inimiga da conexão.

2. Amigos, amigos,
senhas à parte.

3. A
arquivo dado não se olha o formato.

4. Diga-me que
chat freqüentas e te direi quem és.

5. Para bom
provedor uma senha basta.

6. Não adianta chorar sobre
arquivo deletado.

7. Em briga de namorados virtuais não se mete o
mouse.

8.
Hacker que ladra, não morde.
9. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.

10.
Mouse sujo se limpa em casa.

11. Melhor prevenir do que
formatar.

12. Quando um não quer, dois não
teclam.

13. Quem
clica seus bons ares multiplica.

14. Quem com
vírus infecta, com vírus será infectado.

15. Quem
envia o que quer, recebe o que não quer...

16. Quem não tem
banda larga, caça com modem.

17. Quem semeia
e-mails, colhe spams.

18. Quem tem dedo vai a
Roma.com

19. Vão-se os
arquivos, ficam os back-ups.

20. Diga-me que
computador tens e direi quem és.

21. Uma
impressora disse para outra: Essa folha é sua ou é impressão minha ? .

22. Aluno de informática não cola, faz
backup.

23. Na informática nada se perde nada se cria. Tudo se
copia... E depois se cola.


Colaboração Alane Reis :)

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Primário - L. F. Veríssimo

Postado por Aline Brito às 09:59 0 comentários
O Brasil explicado em galinhas »


Por: Luis Fernando Veríssimo


Pegaram o cara em flagrante roubando galinhas de um galinheiro e o levaram para a delegacia.

D - Delegado

L - Ladrão



D - Que vida mansa, heim, vagabundo? Roubando galinha para ter o que comer sem precisar trabalhar. Vai para a cadeia!

L - Não era para mim não. Era para vender.

D - Pior, venda de artigo roubado. Concorrência desleal com o comércio estabelecido. Sem-vergonha!

L - Mas eu vendia mais caro.

D - Mais caro?

L - Espalhei o boato que as galinhas do galinheiro eram bichadas e as minhas galinhas não. E que as do galinheiro botavam ovos brancos enquanto as minhas botavam ovos marrons.

D - Mas eram as mesmas galinhas, safado.

L - Os ovos das minhas eu pintava.

D - Que grande pilantra... (mas já havia um certo respeito no tom do delegado...)

D - Ainda bem que tu vai preso. Se o dono do galinheiro te pega...

L - Já me pegou. Fiz um acerto com ele. Me comprometi a não espalhar mais boato sobre as galinhas dele, e ele se comprometeu a aumentar os preços dos produtos dele para ficarem iguais aos meus. Convidamos outros donos de galinheiros a entrar no nosso esquema. Formamos um oligopólio. Ou, no caso, um ovigopólio..

D - E o que você faz com o lucro do seu negócio?

L - Especulo com dólar. Invisto alguma coisa no tráfico de drogas. Comprei alguns deputados. Dois ou três ministros. Consegui exclusividade no suprimento de galinhas e ovos para programas de alimentação do governo e superfaturo os preços.

O delegado mandou pedir um cafezinho para o preso e perguntou se a cadeira estava confortável, se ele não queria uma almofada. Depois perguntou:

D - Doutor, não me leve a mal, mas com tudo isso, o senhor não está milionário?

L - Trilionário. Sem contar o que eu sonego de Imposto de Renda e o que tenho depositado ilegalmente no exterior.

D - E, com tudo isso, o senhor continua roubando galinhas?

L - Às vezes. Sabe como é.

D - Não sei não, excelência. Me explique.

L - É que, em todas essas minhas atividades, eu sinto falta de uma coisa. O risco, entende? Daquela sensação de perigo, de estar fazendo uma coisa proibida, da iminência do castigo. Só roubando galinhas eu me sinto realmente um ladrão, e isso é excitante. Como agora fui preso, finalmente vou para a cadeia. É uma experiência nova.

D - O que é isso, excelência? O senhor não vai ser preso não.

L - Mas fui pego em flagrante pulando a cerca do galinheiro!

D - Sim. Mas primário, e com esses antecedentes...



Luis Fernando Veríssimo é escritor.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Homem na cozinha 3...

Postado por Aline Brito às 08:21 0 comentários
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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Homem na cozinha 2

Postado por Aline Brito às 11:26 0 comentários
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quarta-feira, 15 de junho de 2011

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Postado por Aline Brito às 14:38 1 comentários
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